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Questões Enem

REF. Pergunta/Resposta
origem:Enem1998
tópico:
Redacao

sub-grupo:Dissertação

pergunta:O Que É O Que É

(...)
Viver
e não ter a vergonha de ser feliz
Cantar e cantar e cantar
a beleza de ser um eterno aprendiz
Eu sei
que a vida devia ser bem melhor
e será
Mas isso não impede que eu repita
É bonita, é bonita e é bonita
(...)
Luiz Gonzaga Jr. (Gonzaguinha)

Redija um texto dissertativo, sobre o tema "Viver e Aprender", no qual você exponha suas idéias de forma clara, coerente e em conformidade com a norma culta da língua, sem se remeter a nenhuma expressão do texto motivador "O Que É O Que É".
Dê um título à sua redação.



resposta:
Dissertação.

origem:Enem1998
tópico:
Interpretacao

sub-grupo:

pergunta:O texto mostra uma situação em que a linguagem usada é inadequada ao contexto. Considerando as diferenças entre a língua oral e língua escrita, assinale a opção que representa também uma INADEQUADA da linguagem usada ao contexto:
a) "o carro bateu e capotô, mas num deu pra vê direito" - um pedestre que assistiu ao acidente comenta com o outro que vai passando.
b) "E aí, ô meu! Como vai essa força? " - um jovem que fala para um amigo.
c) "Só um instante, por favor. Eu gostaria de fazer uma observação" - alguém comenta em uma reunião de trabalho.
d) "Venho manifestar meu interesse em candidatar-me ao cargo de Secretária Executiva desta conceituada empresa" - alguém que escreve uma carta candidatando-se a um emprego.
e) "Porque se a gente não resolve as coisas como têm que ser, a gente corre risco de termos, num futuro próximo, muito pouca comida nos lares brasileiros" - um professor universitário em um congresso internacional.



resposta:
[E]

origem:Enem1998
tópico:
Interpretacao

sub-grupo:

pergunta:O texto retrata duas situações relacionadas que fogem à expectativa do público. São elas:
a) a saudação do jogador aos fãs do clube, no início da entrevista, e a saudação final dirigida à sua mãe.
b) a linguagem muito formal do jogador, inadequada à situação da entrevista, e um jogador que fala, com desenvoltura, de modo muito rebuscado.
c) o uso da expressão "galera", por parte do entrevistador, e da expressão "progenitora", por parte do jogador.
d) o desconhecimento, por parte do entrevistador, da palavra "estereotipação", e a fala do jogador em "é pra dividir no meio e ir pra cima pra pegá eles sem calça".
e) o fato de os jogadores de futebol serem vítimas de estereotipação e o jogador entrevistado não corresponder ao estereótipo.



resposta:
[B]

origem:Enem1998
tópico:
Interpretacao

sub-grupo:

pergunta:A expressão "pegá eles sem calça" poderia ser substituída, sem comprometimento de sentido, em língua culta, formal, por:
a) pegá-los na mentira.
b) pegá-los desprevenidos.
c) pegá-los em flagrante.
d) pegá-los rapidamente.
e) pegá-los momentaneamente.



resposta:
[B]

origem:Enem1998
tópico:
Interpretacao

sub-grupo:

pergunta:Texto 1

Mulher, Irmã, escuta-me: não ames,
Quando a teus pés um homem terno e curvo
jurar amor, chorar pranto de sangue,
Não creias, não, mulher: ele te engana!
As lágrimas são gotas da mentira
E o juramento manto da perfídia.
(Joaquim Manoel de Macedo)

Texto 2

Teresa, se algum sujeito bancar o
sentimental em cima de você
E te jurar uma paixão do tamanho de um
bonde
Se ele chorar
Se ele ajoelhar
Se ele se rasgar todo
Não acredite não Teresa
É lágrima de cinema
É tapeação
Mentira
CAI FORA
(Manuel Bandeira)

Os autores, ao fazerem alusão às imagens da lágrima sugerem que:
a) há um tratamento idealizado da relação homem/mulher.
b) há um tratamento realista da relação homem/mulher.
c) a relação familiar é idealizada.
d) a mulher é superior ao homem.
e) a mulher é igual ao homem.



resposta:
[A]

origem:Enem1998
tópico:
Literatura

sub-grupo:Modernismo

pergunta:A discussão sobre gramática na classe está "quente". Será que os brasileiros sabem gramática? A professora de Português propõe para debate o seguinte texto:

PRA MIM BRINCAR
Não há nada mais gostoso do que o mim sujeito de verbo no infinito. Pra mim brincar. As cariocas que não sabem gramática falam assim. Todos os brasileiros deviam de querer falar como as cariocas que não sabem gramática.
- As palavras mais feias da língua portuguesa são quiçá, alhures e miúde.
(BANDEIRA, Manuel. "Seleta em prosa e verso". Org: Emanuel de Moraes. 4 ed. Rio de Janeiro, José Olympio, 1986. Pág.19)

Com a orientação da professora e após o debate sobre o texto de Manuel Bandeira, os alunos chegaram à seguinte conclusão:
a) Uma das propostas mais ousadas do Modernismo foi a busca da identidade do povo brasileiro e o registro, no texto literário, da diversidade das falas brasileiras.
b) Apesar de os modernistas registrarem as falas regionais do Brasil, ainda foram preconceituosos em relação às cariocas.
c) A tradição dos valores portugueses foi a pauta temática do movimento modernista.
d) Manuel Bandeira e os modernistas brasileiros exaltaram em seus textos o primitivismo da nação brasileira.
e) Manuel Bandeira considera a diversidade dos falares brasileiros uma agressão à Língua Portuguesa.



resposta:
[A]

origem:Enem1998
tópico:
Estilo

sub-grupo:Figuras de linguagem

pergunta:O poema tem, como característica, a figura de linguagem denominada antítese, relação de oposição de palavras ou idéias. Assinale a opção em que essa oposição se faz claramente presente.
a) "Amor é fogo que arde sem se ver."
b) "É um contentamento descontente."
c) "É servir a quem vence, o vencedor."
d) "Mas como causar pode seu favor."
e) "Se tão contrário a si é o mesmo Amor?"



resposta:
[B]

origem:Enem1998
tópico:
Interpretacao

sub-grupo:

pergunta:O poema pode ser considerado como um texto:
a) argumentativo.
b) narrativo.
c) épico.
d) de propaganda.
e) teatral.



resposta:
[A]

origem:Enem1999
tópico:
Interpretacao

sub-grupo:

pergunta:SONETO DE FIDELIDADE
De tudo ao meu amor serei atento
Antes e com tal zelo, e sempre, e tanto
Que mesmo em face do maior encanto
Dele se encante mais meu pensamento.

Quero vivê-lo em cada vão momento
E em seu louvor hei de espalhar meu canto
E rir meu riso e derramar meu pranto
Ao seu pesar ou ao seu contentamento.

E assim, quando mais tarde me procure
Quem sabe a morte, angústia de quem vive
Quem sabe a solidão, fim de quem ama.

Eu possa me dizer do amor (que tive) :
Que não seja imortal, posto que é chama
Mas que seja infinito enquanto dure.

(MORAES, Vinícius de. ANTOLOGIA POÉTICA. São Paulo: Cia das Letras, 1992)

A palavra MESMO pode assumir diferentes significados, de acordo com a sua função na frase. Assinale a alternativa em que o sentido de MESMO equivale ao que se verifica no 3¡. verso da 1 estrofe do poema de Vinícius de Moraes.
a) "Pai, para onde fores, /irei também trilhando as MESMAS ruas..." (augusto dos Anjos)
b) "Agora, como outrora, há aqui o MESMO contraste da vida interior, que é modesta, com a exterior, que é ruidosa." (Machado de Assis)
c) "Havia o mal, profundo e persistente, para o qual o remédio não surtiu efeito, MESMO em doses variáveis." (Raimundo Faoro)
d) "Mas, olhe cá, Mana Glória, há MESMO necessidade de fazê-lo padre?" (Machado Assis)
e) "Vamos e qualquer maneira, mas vamos MESMO." (Aurélio)



resposta:
[C]

origem:Enem1999
tópico:
Interpretacao

sub-grupo:

pergunta:Leia o texto a seguir.

Cabelos longos, brinco na orelha esquerda, físico de skatista. Na aparência, o estudante brasiliense Rui Lopes Viana filho, de 16 anos, não lembra em nada o estereótipo dos gênios. Ele não usa pesados óculos de grau está longe de ter um ar introspectivo. No final do mês passado, Rui retornou de Taiwan, onde enfrentou 419 competidores de todo o mundo na 39 Olimpíada Internacional de Matemática. A reluzente medalha de ouro que ele trouxe na bagagem está dependurada sobre a cama de seu quarto, atulhado de rascunhos dos problemas matemáticos que aprendeu a decifrar nos últimos cinco anos.

Veja - Vencer uma olimpíada serve de passaporte para uma carreira profissional meteórica?

Rui - Nada disso. Decidi me dedicar à Olimpíada porque sei que a concorrência por um emprego é cada vez mais selvagem e cruel. Agora tenho algo a mais para oferecer. O problema é que as coisas estão mudando muito rápido e não sei qual será minha profissão. Além de ser muito novo para decidir sobre o meu futuro profissional, sei que esse conceito de carreira mudou muito.
(Entrevista de Rui Lopes Viana Filho à
"Veja", 05/08/1998, n¡.31, p.9-10)

Na pergunta, o repórter estabelece uma relação entre a entrada do estudante no mercado de trabalho e a vitória na Olimpíada. O estudante
a) concorda com a relação e afirma que o desempenho na Olimpíada é fundamental para sua entrada no mercado.
b) discorda da relação e complementa que é fácil se fazer previsões sobre o mercado de trabalho.
c) discorda da relação e afirma que seu futuro profissional independe de dedicação aos estudos.
d) discorda da relação e afirma que seu desempenho só é relevante se escolher uma profissão relacionada à matemática.
e) concorda em parte com a relação e complementa que é complexo fazer previsões sobre o mercado de trabalho.



resposta:
[E]

origem:Enem1999
tópico:
Interpretacao

sub-grupo:

pergunta:
Observando as falas das personagens, analise o emprego do pronome SE e o sentido que adquire no contexto. No contexto da narrativa, é correto afirmar que o pronome SE,
a) em I, indica reflexividade e equivale a "a si mesmas".
b) em II, indica reciprocidade e equivale a "a si mesma".
c) em III, indica reciprocidade e equivale a "uma às outras".
d) em I e III, indica reciprocidade e equivale a "uma às outras".
e) em II e III, indica reflexividade e equivale a "a si mesma" e "a si mesmas", respectivamente.


resposta:
[E]

origem:Enem1999
tópico:
Interpretacao

sub-grupo:

pergunta:Leia um texto publicado no jornal GAZETA MERCANTIL. Esse texto é parte de um artigo que analisa algumas situações de crise no mundo, entre elas, a quebra da Bolsa de Nova Iorque em 1929, e foi publicado na época de uma iminente crise financeira no Brasil.

Deu no que deu. No dia 29 de outubro de 1929, uma terça-feira, praticamente não havia compradores no pregão de Nova Iorque, só vendedores. Seguiu-se uma crise incomparável: o Produto Interno Bruto dos Estados Unidos caiu de 104 bilhões de dólares em 1929, para 56 bilhões em 1933, coisa inimaginável em nossos dias. O valor do dólar caiu a quase metade. O desemprego elevou-se de 1,5 milhão para 12,5 milhões de trabalhadores - cerca de 25% da população ativa - entre 1929 e 1933. A construção civil caiu 90%. Nove milhões de aplicações, tipo caderneta de poupança, perderam-se com o fechamento dos bancos. Oitenta e cinco mil firmas faliram. Houve saques e norte-americanos que passaram fome.
("Gazeta Mercantil", 05/01/1999)

Ao citar dados referentes à crise ocorrida em 1929, em um artigo jornalístico atual, pode-se atribuir ao jornalista a seguinte intenção:
a) questionar a interpretação da crise.
b) comunicar sobre o desemprego.
c) instruir o leitor sobre aplicações em bolsa de valores.
d) relacionar os fatos passados e presentes.
e) analisar dados financeiros americanos.



resposta:
[D]

 


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